O Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas, Farmacêuticas e Fabricação de Álcool, Etanol, Bioetanol e Biocombustível de Presidente Prudente e Região (Sindetanol), encerrou no final de agosto, em sua base territorial, no Oeste Paulista, os trabalhos relativos ao processo de Negociação Coletiva do setor de Álcool/Etanol, visando a assinatura do Acordo Coletivo de Trabalho 2019-2020.
No geral, após a realização de 32 assembleias com trabalhadores nas empresas e cerca de 12 reuniões com representantes do setor patronal, além da manutenção das demais cláusulas do acordo anterior, os trabalhadores aprovaram as propostas apresentadas pelas empresas e levadas pelo sindicato para as assembleias dos trabalhadores.
Assim, mediante o resultado das assembleias, ficou estabelecido um reajuste de 4% para quem ganha acima do piso da categoria e de 5,07%, para quem ganha o piso salarial, nas seguintes usinas:
Glencane Bioenergia S/A (unidade Rio Vermelho), Branco Peres Açúcar e Álcool S/A, Usina Caeté S/A(unidade Paulicéia), Cocal Com. Ind. Canaã de Açúcar e Álcool Ltda(unidade Cocal II), Bioenergia do Brasil S/A, Parapuã Agroindustrial S/A - Califórnia, UmoeBioenergy S/A.
Já, na Usina Conquista do Pontal (UCP), também conforme aprovação dos trabalhadores em assembleias, foi fechado acordo em torno da proposta da empresa, o que possibilitou um reajuste de 8% para quem ganha o piso salarial e 4% para as demais faixas salariais.
Conforme o presidente do Sindetanol, Milton Ribeiro Sobral, as previsões que antecederam as negociações se confirmaram e, este ano, embora o sindicato tivesse intenção de concluir as negociações em menor espaço de tempo, elas se arrastaram até final de agosto.
Para Sobral, a luta sindical por direitos e representatividade da categoria, está cada vez mais difícil e, no futuro, somente a união dos trabalhadores dará resultados positivos. Ele destaca que é preciso melhorar o nível de mobilização, principalmente nos períodos de negociações, quando o foco deve ser a garantiadas conquistas de anos anteriores e, na sequência, buscar um avanço na negociação salarial.
“Temos vivido momentos de ataques aos direitos dos trabalhadores. Representar a categoria deve ser um ato de união de todos. Se o sindicato ficar sozinho nesta luta, certamente, as perdas serão maiores e atingirão todos os trabalhadores e a qualidade de vida das famílias”, afirmou o presidente do Sindetanol.
25/01/2025
Juntos, sindicato e trabalhadores promovem mais conquistas para a categoria
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