Vitória dos trabalhadores: Após pressão, começa negociação das reivindicações na Usina California - SINDETANOL

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Vitória dos trabalhadores: Após pressão, começa negociação das reivindicações na Usina California

Conforme havíamos informado, no dia 27 de maio, na sede administrativa da Parapuã Agroindustrial S/A, em Parapuã (Usina Califórnia), foi realizada reunião de negociação coletiva. Cabe ressaltar que, somente após a mobilização dos trabalhadores a empresa iniciou as negociações. A diretoria do Sindetanol já havia tentado negociar antes, inclusive, chegou a notificar os representantes da empresa a respeito do eminente estado de greve dos trabalhadores.


A diretoria do Sindetanol, representada pelo presidente Milton Ribeiro Sobral, o secretário geral Antônio Mendes Neto e o diretor do Sindetanol, Jorge Francisco se reuniu com o diretor geral da empresa Frederico Bezerra Pinto Damas Garup, que na ocasião foi assistido pelo advogado Marcos Roberto Fratini. 


Já na abertura da negociação, as partes trataram sobre o andamento do processo de negociação coletiva, foco de interesse do trabalho do Sindetanol, com o propósito de atender as reivindicações dos trabalhadores. Na sequência, tendo como base a pauta discutida anteriormente, foi ratificada a primeira rodada de negociação ocorrida em 23 de maio.


Entre as reivindicações dos trabalhadores, destaca-se a defasagem salarial em relação às demais empresas da região, Dando continuidade aos trabalhos, o representante da empresa apresentou a relação dos salários das usinas pesquisadas, os quais foram comparados pela média, com os valores praticados pela Parapuã Agroindustrial S/A. Assim, foi comprovado que existem faixas salariais em que a empresa pratica valores abaixo da média da região.


Diante disso, os representantes do Sindetanol propuseram a concessão de reajuste salarial geral para a categoria e imediata reposição dos salários que estão abaixo da média do mercado. Por sua vez, o diretor da empresa apresentou as seguintes propostas para negociação.

Acordo Coletivo 2013-2014 – Continuidade da negociação em bloco, sendo que a empresa concederá o mesmo reajuste salarial das demais unidades da região.


PPR 2013-2014 – A empresa se compromete a ajustar de acordo com o PPR do ano anterior, o qual será submetido à comissão indicada pelo sindicato.
Implantação do Plano de Cargos e Salários – Distorções, relativas às funções, serão revistas imediatamente, principalmente o caso de auxiliares em função de operação.


Salário Defasado em comparação às usinas da região – A empresa se comprometeu corrigir a defasagem salarial no decorrer deste ano (2013), visando fazer uma programação de equiparação.

Mediante a resposta da empresa, os representantes do Sindetanol decidiram levar as propostas para apreciação da Assembléia de Trabalhadores, por meio de votação aberta em todos os turnos da unidade.


Portanto, este foi o caminho, democrático e transparente tomado pelo sindicato, que, sem outro interesse que não seja o de preservar os direitos dos trabalhadores, promoveu a assembleia na portaria da empresa e como resposta teve a aceitação das propostas da empresa.


O certo é que, mais uma vez, prevaleceu a vontade do trabalhador, sempre respeitada pelo Sindetanol, pois, longe de qualquer expediente político, as ações do Sindetanol visam representar os interesses dos trabalhadores.



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